sexta-feira, 19 de janeiro de 2007


Vamos arrumar a casa, www.clickarvore.com.br

6 comentários:

Aroma Essencial disse...

Os alertas estão ai desde os anos 70 e só agora tanto os meios de comunicação, quanto a população que tem aceso a essa informação estão dando conta da gravidade do problema.
Começar por uma reciclagem interna já seria um grande passo, pois violencia por obra ou ação gera uma onda que agregada ao ódio que hoje o mundo assiste, só duplica o desequilibrio global.
Reflorestar o planeta é urgente , mas reflorestar as mentes será um enorme passo nesta caminhada para amenizar o que está a caminho. A natureza sabe sua força, só o homem acha que pode com ela.

Aroma Essencial disse...

Ser consciente dos proprios erros pode evitar uma aceleração dos acontecimentos atuais.

Aroma Essencial disse...

Recebi de uma amiga muito querida.

Medicamentos para a alma:

Ajuda sempre
não tema
Jamais se desespere
Aprenda incessantemente
Pense muito,
Medite mais.
Fale pouco.
Retifique amando
Trabalhe feliz
Dirija, equilibrado.
obedeça contente.
Não se queixe.
Siga adiante.
Repare além
Veja longe.
Discuta serenamente.
Faça luz.
Semeie a paz.
Espalhe bençãos
Lute, elevando.
Seja alegre.
Viva desasombrado
Cultive a coragem.
Revele calma.
Respeite o diferente,
Ore constante.
Vigie benevolente.
Caminhe melhorando.
Sirva hoje.
Confia no amanhã
André Luiz por ChicoXavier

.Repasso com abraços. Cecilia

Aroma Essencial disse...

Porque ás águas que me percorrem
são as mesmas dos rios que quase não vejo,
mas escuto, e que dia a dia se tornam um depósito de esgoto, lixo e descaso.
O que desperdiço, o que acumulo, o que deposito nessas águas, em mim ?
O que faço do meu caminho, para onde vou fluir, como ser feliz se as águas se tornam turvas, se esqueci como é e onde está a nascente dentro de mim?
Onde está a nascente dentro de mim, a luz cristalina capaz de revelar o que é genuino e essencial ?
Sim, as águas que me compõem são as mesmas dos rios. Preciso conhecer essas águas, preciso olhar tocar os rios.
Se sou água também, preciso encontrar um outro curso.
Comunicar cuidado e amor, preservar, limpar, pertencer, unir, facilitar o fluxo, agradecer, celebrar, contatar e escolher o melhor.
Porque águas que me alimentam, são as mesmas que possuem o dom de abençoar, incluir, curar e unir a todos do
no planeta na experiência sagrada e ampla da vida.

22/3/2007
Dia mundial da água

Cecilia Borelli
www.ceciliaborelli.com

Aroma Essencial disse...

23/03/2007
Colapso das colônias - Será que plantações de transgênicos estão matando as abelhas?
Uma dizimação misteriosa das populações de abelhas preocupa os apicultores alemães, enquanto um fenômeno semelhante nos EUA está assumindo gradualmente proporções catastróficas

Gunther Latsch

Walter Haefeker é um homem que está acostumado a pintar cenários sombrios. Ele faz parte do conselho diretor da Associação Alemã de Apicultores (Dbib) e é vice-presidente da Associação Européia de Apicultores Profissionais. E como reclamar faz parte da atividade do lobista, é praticamente seu dever profissional alertar que "a própria existência da apicultura está em risco".
O problema, disse Haefeker, tem várias causas, uma delas o ácaro Varroa, oriundo da Ásia, e outra a prática disseminada na agricultura de borrifar as flores silvestres com herbicidas e promover a monocultura. Outra possível causa, segundo Haefeker, é o uso crescente e controverso de engenharia genética na agricultura.
Já em 2005, Haefeker encerrou um artigo para o qual contribuiu no jornal "Der Kritischer Agrarbericht" (Relatório Agrícola Crítico) com uma citação de Albert Einstein: "Se a abelha desaparecer da superfície do planeta, então ao homem restariam apenas quatro anos de vida. Com o fim das abelhas, acaba a polinização, acabam as plantas, acabam os animais, acaba o homem".
Eventos misteriosos nos últimos meses repentinamente fizeram a visão apocalíptica de Einstein parecer mais relevante. Por motivos desconhecidos, as populações de abelhas por toda a Alemanha estão desaparecendo - algo que até o momento está prejudicando apenas os apicultores. Mas a situação é diferente nos Estados Unidos, onde as abelhas estão morrendo em números tão dramáticos que as conseqüências econômicas poderão em breve ser calamitosas. Ninguém sabe o que está causando a morte das abelhas, mas alguns especialistas acreditam que o uso em grande escala de plantas geneticamente modificadas nos Estados Unidos poderia ser um fator.
Felix Kriechbaum, um representante da associação regional dos apicultores na Baviera, informou recentemente um declínio de quase 12% na população local de abelhas. Quando as "populações de abelhas desaparecem sem deixar vestígio", disse Kriechbaum, é difícil investigar as causas, porque "a maioria das abelhas não morre na colméia". Há muitas doenças que podem fazer as abelhas perderem seu senso de orientação, de forma que não podem encontrar seu caminho de volta às suas colméias.
Manfred Hederer, o presidente da Associação Alemã de Apicultores, quase que simultaneamente informou uma queda de 25% nas populações de abelhas por toda a Alemanha. Em casos isolados, disse Hederer, declínios de até 80% foram informados. Ele especula que "alguma toxina em particular, algum agente do qual não estamos familiarizados", está matando as abelhas.
Até o momento, os políticos têm demonstrado pouca preocupação diante de tais alertas e da situação difícil dos apicultores. Apesar de estes terem recebido uma chance de expor seu caso -por exemplo, às vésperas da aprovação pelo Gabinete alemão do documento de política de engenharia genética de autoria do ministro da Agricultura, Horst Seehofer, em fevereiro- suas queixas ainda permanecem em grande parte ignoradas.
Mesmo quando os apicultores recorrem à Justiça, como fizeram recentemente em um esforço conjunto com a sucursal alemã da organização de agricultura orgânica Demeter International e outros grupos contrários ao uso de plantações de milho geneticamente modificado, eles só podem sonhar com o tipo de atenção da mídia que grupos ambientalistas como o Greenpeace atraem com seus protestos em locais de teste.
Mas isto poderá mudar em breve. Desde novembro passado, os Estados Unidos estão vendo um declínio das populações de abelhas tão drástico que ofusca todas as ocorrências anteriores de mortalidade em massa. Os apicultores na Costa Leste dos Estados Unidos se queixam de terem perdido mais de 70% de suas colônias desde o final do ano passado, enquanto a Costa Oeste vê um declínio de até 60%.
Em um artigo em sua seção de negócios no final de fevereiro, o "New York Times" calculou os prejuízos que a agricultura americana sofreria em caso de dizimação das abelhas. Especialistas da Universidade de Cornell, no interior de Nova York, estimaram o valor que as abelhas geram -polinizando plantas responsáveis por frutas e legumes, amendoeiras e trevos que alimentam animais- em mais de US$ 14 bilhões.
Os cientistas chamam o fenômeno misterioso de "Colony Collapse Disorder" (CCD, desordem de colapso da colônia) e ele está se transformando rapidamente em uma espécie de catástrofe nacional. Várias universidades e agências do governo formaram um "Grupo de Trabalho para CCD" para procurar as causas da calamidade, mas até o momento continuam de mãos vazias. Mas, como Dennis van Engelsdorp, um apicultor do Departamento de Agricultura da Pensilvânia, eles já estão se referindo ao problema como uma potencial "Aids do setor de apicultura".
Uma coisa é certa: milhões de abelhas simplesmente desapareceram. Na maioria dos casos, tudo o que resta nas colméias são proles condenadas. Mas as abelhas mortas não são encontradas - nem nas colméias e nem em qualquer lugar próximo delas. Diana Cox-Foster, um membro do Grupo de Trabalho para CCD, disse ao "The Independent" que os pesquisadores estão "extremamente alarmados", acrescentando que a crise "tem o potencial de devastar o setor de apicultura americano". É particularmente preocupante, disse ela, o fato da morte das abelhas ser acompanhada por um conjunto de sintomas "que não parece se enquadrar em nada na literatura".
Em muitos casos, os cientistas encontraram evidência de quase todos os vírus de abelha conhecidos nas poucas abelhas sobreviventes encontradas nas colméias, após a maioria ter desaparecido. Algumas apresentavam cinco ou seis infecções ao mesmo tempo e estavam infestadas de fungos - um sinal, disseram especialistas, de que o sistema imunológico dos insetos pode ter entrado em colapso.
Os cientistas também estão surpresos com o fato de abelhas e outros insetos geralmente deixarem as colméias abandonadas intactas. Populações próximas de abelhas ou parasitas normalmente atacariam os depósitos de mel e pólen das colônias que morreram por outros motivos, como um frio excessivo no inverno. "Isto sugere que há algo tóxico na própria colônia que os repele", disse Cox-Foster.
Walter Haefeker, o diretor da associação alemã de apicultura, especula que "além de vários outros fatores", o fato de plantas geneticamente modificadas, resistentes a insetos, atualmente serem usadas em 40% das plantações de milho americanas pode ter um papel. O número é muito menor na Alemanha -apenas 0,06%- e a maioria se encontra nos Estados do leste, de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental e Brandemburgo. Haefeker recentemente enviou a um pesquisador do Grupo de Trabalho para CCD alguns dados de um estudo de abelhas que ele há muito sente que mostra uma possível conexão entre a engenharia genética e a doença nas abelhas.
O estudo em questão é um pequeno projeto de pesquisa realizado na Universidade de Jena, de 2001 a 2004. Os pesquisadores examinaram os efeitos do pólen de uma variante geneticamente modificada de milho, chamada "milho Bt", sobre as abelhas. Um gene de uma bactéria do solo foi inserido no milho, que permitiu à planta produzir um agente que é tóxico a pragas de insetos. O estudo concluiu que não havia evidência de "efeito tóxico do milho Bt em populações saudáveis de abelhas". Mas quando, por acaso, as abelhas usadas nas experiências foram infestadas por um parasita, algo estranho aconteceu. Segundo o estudo da Jena, "um declínio significativamente forte no número de abelhas" ocorreu entre os insetos que se alimentaram de uma ração altamente concentrada de Bt.
Segundo Hans-Hinrich Kaatz, um professor da Universidade de Halle, no oeste da Alemanha, e diretor do estudo, a toxina bacteriana no milho geneticamente modificado pode ter "alterado a superfície dos intestinos das abelhas, o suficiente para enfraquecê-las e permitir a entrada dos parasitas - ou talvez tenha sido o contrário. Nós não sabemos".
É claro, a concentração da toxina era dez vezes superior nas experiências do que no pólen normal do milho Bt. Além disso, a ração das abelhas foi ministrada ao longo de um período relativamente longo de seis semanas. Kaatz preferia ter continuado estudando o fenômeno, mas carecia dos recursos necessários. "Aqueles que têm o dinheiro não estão interessados neste tipo de pesquisa", disse o professor, "e aqueles que estão interessados não tem o dinheiro".

Aroma Essencial disse...

10 motivos para ser um Eco-orgânico

1. Produtores eco-orgânicos não destrõem o solo, eles criam solo. Em fazendas
ecológicas, esterco é usado para naturalmente fertilizar o solo ou criar composto.
Fazendas industrializadas produzem tanto lixo que podem afetar até a nossa
saúde.
2. Fazendas eco-orgânicas criam habitats para diversificação da vida selvagem. A
maioria das fazendas convencionais usa pesticidas, que muitas vezes matam além
das pragas, borboletas, libélulas, pássaros e pererecas. Tratamentos fungicídas
atingem o solo e matam minhocas e outros organismos do solo. Jardins organicos
são refúgios para a vida selvagem.
3. Produtos orgânicos não são cobertos por coquetéis químicos. O método
convencional de cultivo de tomates usa 30 diferentes tipos de veneno e devido à
pele fina e absorvente e o seu uso em diversos tipos de comidas, vale a pena
comprar tomates orgânicos.
4. Produtos orgânicos frescos possuem até 50% a mais de vitaminas, minerais,
enzimas e outros micro-nutrientes que os produzidos na agricultura convencional.
5. Comer orgânicos é a única forma de evitar produtos transgênicos em sua
alimentação. Quando você compra alimentos orgânicos, você demonstra sua
desaprovação ao cultivo de transgênicos.
6. O mal da Vaca Louca nunca foi achado em vacas que se alimentavam em pasto
eco-orgânico. Hoje, muitos pecuaríastas convencionais usam soja transgênica. O
senso comum diz que alimentos orgânicos são seguros.
7. Animais eco-orgânicos são criados de forma
livre. Indústrias de galinhas tratam os animais
como objetos, confinados em gaiolas pequenas e
apertadas, sem qualquer forma de movimento.
8. Produtos orgânicos simplesmente são mais
saborosos. Frutas e verdurars são cheias de polpa,
cor e sabor. Experimente hoje!
9. Produtores orgânicos trabalham para um
mundo mais saudável e feliz. Cultivos
convencionais podem destruir a saúde do
agricultor. Pesquisas demonstram que há um
índice maior de câncer, problemas respiratórios e
outras doenças em agricultores convencionais.
10. É melhor para sua saúde, a saúde de seus
filhos e seus tataranetos. Vire um eco-orgânico,
por seu amor pelo nosso planeta!
www.ecocentro.org
Ecocentro IPEC © 2007